
Esp�rita de Cora��o
(eu li)
A Casa do Escritor - Patr�cia
Violetas na Janela - Patr�cia
O Livro dos Esp�ritos - Kardec
Reconcilia��o - A. Carlos
(assisti)
Ghost
Premoni��o
O Sexto Sentido
Os Outros
(ou�o)
Rio de Janeiro - AM 1400
(escrevo)
Mais uma Vez
(fiz)
Isso Passa
Jardim da Poesia
Love Child
Pal�cio da Luz
(participo)
Grupo Estudos Esp�ritas
16/01/2004 23:55
Sinceridade
Usufruas da sinceridade
O amor ao próximo é necessário.
Ele é a fonte da felicidade,
Aproxima-nos do que é contrário.
É o que educa nosso sentimento.
É p que nos ensina a melhor vencer.
Aprimora o nosso momento,
Ajuda-nos o que é verdadeiro ver.
Deve ser uma conquista constante,
Para tornar mais vivo o nosso instante
E, nos dar uma vida de alegria.
E assim viver momentos de magia
Para aqui mesmo lograr alcançar,
Este grande aprendizado que é amar.
"FORA DA CARIDADE NÃO HÁ SALVAÇÃO"
enviada por Insone
22/12/2003 20:05

Não é somente neste ano que venho notando isso: as pessoas estão perdendo a noção do que é o Natal.
Acho muito legal dar e receber presentes: sinal de amizade. Acho linda a confraternização na noite do dia 24/12. Igualmente lindo é aquele abraço à meita-noite, desejando paz e um feliz Natal. O espírito natalino toma o coração das pessoas...
Entretanto, passa o dia do Natal e voltam os desentendimentos, as brigas, as fofocas, a inveja assassina, etc. Por que não levar para o resto dos dias a compaixão e humildade representadas pelo Natal? Por que não tomar como exemplo a história de Jesus? Por que não rezar todos os dias, pedindo e agradecendo? Por que não lembrar de abraçar as pessoas todos os dias?
É tão triste saber que as crianças sabem tudo sobre Papai Noel e nada sobre o Papai do Céu. Deus é muito mais importante que um velhinho que nem existe. Aliás, diga-se de passagem, que história é essa de velhinho gordinho cheio de roupas quentes, se o Brasil é um país tropical e quente? Que negócio é esse de neve na árvore de Natal se no Brasil não neva, aliás, quase nem chove?
Jesus nasceu no dia 25/12 e isso deve ser o comemorado no Natal. Deveria ser feita uma oração de agradecimento por tudo, em todos os lares...
Eu acredito em Papai do Céu, porque Papai Noel certamente não vê minha vida, meus dias, meus sofrimentos. Ele se preocupa com presentes, só no Natal.
Desejo a todos vocês um NATAL ILUMINADO e cheio de paz. Que Deus abençoe o seu lar, a sua família e a sua vida. Que o exemplo de Jesus seja seguido por seus espíritos. Comemorem, celebrem, porque Natal é o dia que nasceu aquele que sofreu e morreu por todos nós, há muitos anos... Contem a história de Cristo para as crianças!
enviada por Insone
11/12/2003 17:50
Maria Auxiliadora (Giovanna Antonelli) é uma mulher de 24 anos muito pobre, que vive junto a Joana (Ana Beatriz Cisneiros), sua filha de 7 anos. Precisando ir buscar o resultado do exame de Joana no hospital, Maria pede ao padre da igreja local (Padre Marcelo Rossi) que tome conta dela até retornar. Apesar da insistência de Joana para ir junto com a mãe Maria insiste que ela fique com o padre, pois desconfia que sua filha sofra de uma doença grave e teme não conseguir se controlar caso suas suspeitas se confirmem. Para entreter a menina enquanto aguarda o retorno da mãe, o padre resolve lhe contar a história de uma mãe que dedicou sua vida ao filho: Maria, mãe de Jesus Cristo.
Vi, na última segunda-feira, este maravilhoso filme e me emocionei, como não podia deixar de ser. É uma história encantadora e belíssima.
Vale a pena assistir!

A intervenção dos seres incorpóreos nas coisas da vida privada faz parte das crenças populares de todos os tempos. Por certo não entra na mente das pessoas sensatas tomar ao pé da letra todas essas lendas, todas as histórias diabólicas e todos os contos ridículos que se repetem prazerosamente ao pé do fogo. Entretanto esses fenômenos, dos quais somos testemunhas, provam que tais contos se baseiam nalguma coisa, pois aquilo que hoje se passa deve ter-se passado em outras épocas. Tirem-se deles aquilo com que se maravilhoso e fantástico os vestiu a superstição e ter-se-ão todos os caracteres, fatos e gestos de nossos Espíritos modernos: uns bons, benfeitores, obsequiosos, gostando de servir, como os bons Brownies; outros, mais ou menos maliciosos, brincalhões, caprichosos e mesmo maus, como os Gobelins da Normândia e que se encontram na Escócia sob o nome de Bogles, na Inglatera como Bogherts, na Irlanda como Cluricaunes e na Alemanha como Pucks. Conforme a tradição popular, esses diabretes penetram nas casas onde procuram todas as ocasiões para as pilhérias de mau gosto. "Batem às portas, deslocam os móveis, dão pancadas nos tonéis, marteladas no soalho e no fôrro, assoviam baixinho, soltam suspiros lamentosos, puxam as cortinas e os lençóis dos que estão deitados, etc".
O Boghart dos Inglêses exerce suas perversidades principalmente contra as crianças, a quem, parece, tem aversão. "Frequentemente tomam-lhes o pedaço de queijo ou a escudela de leite, durante a noite agitam as cortinas do leito, sobem e descem escadas com grande ruído, atiram pratos e causam estragos nas casas."
Em certos lugares da França os Gobelins são considerados como espécies de demônios familiares, que tem o cuidado de alimentar com as mais delicadas iguarias, porque trazem aos seus amos trigo roubado no celeiro alheio. É realmente curioso encontrar esta velha superstição da Gália antiga entre os Borussianos do XII século (os Prussianos de hoje). Seus Koltkys, ou demônios familiares, também iam roubar trigo nos celeiros e o traziam às pessoas afeiçoadas.
Quem não reconhece nessas diabruras - posta de lado a indelicadeza do trigo roubado, com que os faltosos se desculpavam à custa da reputação dos Espíritos - quem, dizíamos nós não reconhece os Espíritos batedores e aqueles que, sem injúria, podem ser chamados de perturbadores? Se um fato semelhante descrito pouco acima da mocinha da passagem dos Panoramas, se tivesse passado no campo, sem dúvida seria levado à conta do Gobelin do lugar, depois ampliado pela imaginação fecunda das comadres; alguém mesmo teria visto o diabrete pendurado na campainha, dando risadas, fazendo macaquices aos bobos que fossem abrir a porta.
Allan Kardec - Revista Espírita, janeiro de 1858
Senhor, quão poucos são os verdadeiros amigos, porque somos imperfeitos, limitados! Muitas vezes decepciono-me, esquecida(o) de que sou eu quem erra quando espero deles uma perfeição, uma santidade e um perfeito amor o qual somente Vós possui e mesmo aqueles que Vos amam verdadeiramente, são falhos, porque humanos.
Fazei-me, obstante as dificuldades, bondosa(o) e verdadeiramente amiga(o) para com todos, sem nada esperar, nem mesmo um só agradecimento. Sois, Senhor, o melhor e mais perfeito amigo entre todos os meus amigos. Vós que me amais com um amor perfeito, ensinai-me a amar com o Vosso coração, a olhar com Vossos olhos e a viver sempre como testemunha digna da profunda amizade e amor que sempre tivestes e tendes para comigo. Amém.
Já devem ter percebido que adoro colocar preces neste blog. Tenho verdadeiro fascínio por elas!
Infalível Criador, que dos tesouros da Vossa sabedoria, tirastes as hierarquias dos Anjos colocando-as com ordem admirável no céu; distribuístes o universo com encantável harmonia, Vós que sois a verdadeira fonte da luz e o princípio supremo da sabedoria, difundi sobre as trevas da minha mente o raio do esplendor, removendo as duplas trevas nas quais nasci: o pecado e a ignorância.
Vós que tornaste fecunda a língua das crianças, tornai erudita a minha língua e espalhai sobre os meus lábios a vossa bênção. Concede-me a acuracidade para entender, a capacidade de reter, a sutileza de relevar, a facilidade de aprender, a graça abundante de falar e de escrever. Ensina-me a começar, rege-me a continuar e perseverar até o término. Vós que sois verdadeiro Deus e verdadeiro homem, que vive e reina pelos séculos dos séculos!
Amém. São Tomás de Aquino
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